Outra vez me pego pensando em você. Igualmente, ontem, anteontem, uma semana atrás... O que será que está acontecendo? Não consigo parar de pensar em você, será que me apaixonei? Ou será apenas preocupação de amigos? Afinal você é meu melhor amigo. Uma semana atrás, desde lá, não paro de pensar em você.
Foi exactamente assim: um dia normal, como todos os outros, mas se fosse mesmo normal, não me preocuparia tanto... Então, lá estávamos nós, na saída da aula. Quando você vira, e me diz que queria sair a noite. Eu disse que tudo bem, que eu ia, mas não sabia que aquilo era só entre nós dois, pensei que iria mais pessoas, mas não foi.
Deu exactamente oito da noite, a campanhia toca, era você. Olhei para os lados e não vi ninguém, te perguntei se era só nós dois que iríamos, e você disse que sim. Naquele momento, tive um calafrio. Suei. Na mesma hora, pensei, seria isso um encontro? E a resposta, eu já iria saber. Perguntei onde iríamos, mas você não me disse, disse que era segredo!
Você estacionou o carro, e como um completo cavalheiro, abriu a porta e me deu a mão para descer. Logo em seguida, tampou os meus olhos. Andamos mais um pouco e finalmente chegamos naquele lugar. Lá era lindo, vimos toda a cidade. Você disse que depois queria me falar algo, mas não dava para ser aquela hora, porque estávamos atrasados. E depois de apreciar toda a beleza, descemos. Fomos ao boliche, lá sim, com uma grande surpresa, encontrei amigos.
Depois de todos terem ido embora, nós fomos, mas não fomos para minha casa, fomos para aquele lugar, belo, de onde se via toda cidade. E lá, finalmente você me disse o que lhe disparava o coração. Disse que a um tempo já, toda vez que me via, o coração pulava, as mãos suavam, e mais algumas coisas. Disse que não conseguiria resistir mais. Fiquei, confesso, um pouco preocupada. Mas simplesmente, o que você queria me dizer, era que me amava. Depois disso, tentou me beijar, mas recuei, pedi que me levasse para casa. Com toda a certeza, você não deve ter gostado, mas foi tudo muito rápido!
Então, eu ainda não sei o que é isso que eu estou sentindo. Provavelmente, será paixão, pois me sinto culpada em não poder valorizar alguém que me ama. Mas o que tiver de acontecer, acontecerá. E isso, só o tempo poderá nos dizer.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Letícia
Em um dia, com sol forte e brisa leve, Letícia passeava pelo campo. Ela passava entre as flores, sentindo o cheiro de todas. Cada uma com um cheiro e uma cor; tinha com cheiro mais doce, da cor rosa, amarela, até azul. Letícia continuava a passear.
Já era fim de tarde e ela tinha que ir para casa, se arrumar para sair à noite com as amigas. Voltando para casa, Letícia para e olha para o céu. O sol levemente se escondia atrás das montanhas e o vento brilhava em céu limpo, seus cabelos se moviam junto com a brisa e seus olhos verdes brilhavam cada vez mais quando ela olhava para o céu alaranjado.
Chegando em sua casa, ela se arruma. O relógio marca sete horas e a campainha toca. Suas amigas chegaram. Letícia deixa um beijo com sua mãe e sai, Chegando à festa, as meninas vão procurar mais amigas, elas não encontram, então vão aproveitar a festa. Saindo de lá, mais uma vez Letícia para, mas desta vez ela não olha para o céu, mas sim para um garoto que passava do outro lado da rua.
A noite estava com uma brisa gelada que levava consigo os cabelos do garoto e a luz da lua, refletia em seu olhar. Letícia pela primeira vez, se apaixonava.
O garoto é o melhor amigo de Letícia e se chamava Guilherme. Ela nunca havia olhado deste modo para ele, mas aconteceu: ela se apaixonou!
Letícia é uma menina tímida que não gosta muito de se mostrar e revelar seus segredos, ou histórias. Então ela não disse nada para o Guilherme. Tudo ficou naquilo mesmo, só amizade.
O que ela não sabia era que Guilherme também era apaixonado por ela...
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Introdução
![]() |
Bem, primeiramente, vou dizer para o que vai servir meu blog. Ele servirá para eu postar meus textos, seja lá do que eles forem. Romance, ficção, terror até.
Agora, um pouco sobre mim. Gosto de produzir textos, o porque não me perguntem. Sempre gostei. Gosto mais dos de ficção, tudo vira uma aventura, além de serem mais fáceis de serem produzidos ;p. Não gosto muito de produzir textos que tenham um tipo de tema, no estilo: como foi exactamente o que aconteceu no verão passado. São complicados de escrever, e quando tem um tema, é difícil seguir sempre ele. Pois, quando escrevo, as palavras vão surgindo e eu vou apenas escrevendo-as em algum papel. O que eu quero dizer, é que a imaginação vai surgindo, e conforme ela surge, anoto-a.
Escrever um texto, é como andar em uma montanha russa, sem pressa para que ela acabe, é deixar o lápis tomar conta, sem ter medo de errar. E se errar, a borracha faz o seu trabalho, fazendo com que o lápis comece tudo novamente. Escrever é, deixar a emoção tomar conta, esquecendo que sua mão está doendo de tanto escrever. Produzir um texto, é se empenhar totalmente nele, independentemente da quantidade de linhas que você gaste. Produzir um texto é, se entregar totalmente, com toda a confiança, ao papel e ao lápis.
Isso, é só apenas o que eu sinto quando estou produzindo um texto.
Assinar:
Comentários (Atom)
